domingo, 7 de março de 2010




“Os cães amam os seus amigos e mordem os seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio nas suas relações”
Sigmund Freud

Esta frase fez-me pensar, realmente o amor muitas vezes anda perto do ódio, curioso, Freu já observava isto, lol...

Mas para levantar a moral aqui vão umas fotos engraçadas para os loucos por animais, como eu ;)

Anita

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Viagem de Trem


Dia desses, li um livro
que comparava a vida a uma viagem de trem.
Uma comparação extremamente interessante, quando bem interpretada.

Interessante,
porque nossa vida é como uma viagem de trem,
cheia de embarques e desembarques,
de pequenos acidentes pelo caminho,
de surpresas agradáveis com alguns embarques
e de tristezas com os desembarques...

Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que,
acreditamos que farão connosco
a viagem até o fim:
nossos pais.

Não é verdade.
Infelizmente, em alguma estação,
eles desembarcam, deixando-nos
órfãos de seus carinhos, protecção, amor e afecto.

Mas isso não impede que, durante a viagem,
embarquem pessoas interessantes
que virão ser especiais para nós:
nossos irmãos, amigos e amores.

Muitas pessoas
tomam esse trem a passeio.
Outras fazem a viagem
experimentando somente tristezas.
E no trem há, também, outras que passam
de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso.
Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles.
O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.

Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques.
Sabemos que esse trem jamais volta.

Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que,
em algum momento do trajecto poderão fraquejar,
e, provavelmente, precisaremos entender isso.

Nós mesmos fraquejamos algumas vezes.
E, certamente, alguém nos entenderá.

O grande mistério
é que
não sabemos
em qual
parada
desceremos.

E fico pensando:
quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim.

Mas me agarro na esperança de que,
em algum momento, estarei na estação principal,
e terei a emoção de vê-los chegar com sua bagagem,
que não tinham quando embarcaram.

Deixar meus filhos viajando sozinhos será muito triste. Separar-me dos amigos que nele fiz, do amor da minha vida, será para mim dolorido.

E o que me deixará feliz é saber que,
de alguma forma, eu colaborei para que
essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.

Agora, nesse momento, o trem diminui sua velocidade para que embarquem e desembarquem pessoas.
Minha expectativa aumenta,
à medida que o trem vai diminuindo sua velocidade...

Quem entrará? Quem sairá?

Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história,
de algo que duas ou mais pessoas construíram
e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
Fico feliz em perceber que certas pessoas como nós,
têm a capacidade de reconstruir para recomeçar.

Isso é sinal de garra e de luta, é saber viver,
é tirar o melhor de "todos os passageiros".

Agradeço muito por você fazer parte da minha viagem, e por mais que
nossos assentos não estejam lado a lado,
com certeza, o vagão é o mesmo.

Autor Desconhecido

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Balada da Neve...



"BALADA DA NEVE", por Augusto Gil,

Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
E a chuva não bate assim.

É talvez a ventania:
Mas há pouco,há poucochinho,
nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
Com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, não é gente,
nem é vento com certeza

Fui ver. A neve caía
Do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olhou-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho,
Passa gente e, quando passa,
Os passos imprime e traça
Na brancura do caminho...

Fico olhando esses sinos
Da pobre gente que avança,
E noto, por entre os mais,
Os traços mininaturais
Duns pezitos de criança...

E descalcinhos, doridos...
A neve deixa inda vê-los,
Primeiro, bem definidos,
Depois, em sulcos compridos,
Porque não podia erguê-los!...

Que quem já é pecador
Sofra tormentos, enfim!
Mas as crianças, Senhor,
Porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!...

E uma infinita tristeza,
Uma funda turbação
Entra em mim, fica em mim presa
Caí neve na Natureza
e caí no meu coração.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009


O problema Não É o problema.

O problema É a TUA atitude com o problema!


Kelly Young

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Caros amigos, esta semana andava a dar uma voltinha na Rua de Santa Catarina quando tive conhecimento do
"Movimento Defesa dos Jardins do Palácio de Cristal" e como uma portuense que sou aqui estou a divulgar...

Políticas à parte, quero partilhar convosco que querem destruir os jardins do Palácio de Cristal e construir um Centro de Congressos...

Se bem se recordam há alguns atrás destruiram o Palácio de Cristal, único no País e construiram o Pavilhão de Jogos que nada tem a ver com a preciosidade que os nortenhos tanto se orgulhavam..

Aqui está a prova:





Está na altura de fazermos alguma coisa, eu já assinei a favor do movimento..



Consultem:

www.referendojardinspalaciocristal@gmail.com


http:/defesadopalacio.pegada.net/



Ana Isabel Oliveira

segunda-feira, 27 de julho de 2009



Esta está muito boa!!!

ERA UMA VEZ... 4 funcionários chamados:
Toda-a-Gente, Alguém,
Qualquer-Um e Ninguém.

Havia um trabalho importante para fazer e Toda-a-Gente tinha a certeza
que Alguém o faria. Qualquer-Um podia fazê-lo, mas Ninguém o fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho para Toda-a-Gente.
Toda-a-Gente pensou que Qualquer-Um podia tê-lo feito, mas Ninguém
constatou que Toda-a-Gente não o faria. No fim, Toda-a-Gente culpou
Alguém, quando Ninguém fez o que Qualquer-Um poderia ter feito.

Foi assim que apareceu o Deixa-Andar, um 5º funcionário para evitar
todos estes problemas.

domingo, 19 de julho de 2009


" Ame muitas coisas, porque é no amar que reside a verdadeira força. Quem ama muito, conquistará muito, e o que for feito com amor, estará sempre bem feito." Van Gogh