terça-feira, 9 de junho de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Olá amigas e amigos não se esqueçam de espreitar e dar a conhecer o blogue http://ajudaaluisa.blogspot.com/ que é para ajudar uma amiga de Alvarenga ;)

CINCO LIÇÕES SOBRE COMO TRATAR AS PESSOAS
Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última: "Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota."Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões até ler a última: "Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota."Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja sorrir e dizer 'olá'."Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.
2. – Segunda lição importante – Boleia na chuva
Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa autoestrada do Alabama, a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava desesperadamente de uma boleia. Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma attitude de bravado naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um taxi. Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.
Dizia: "Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.Com sinceredidade, Mrs. Nat King Cole.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão de ecrãn panorâmico era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.
Dizia: "Muito obrigado por me ajudar na autoestrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.Com sinceredidade, Mrs. Nat King Cole.
"3 – Terceira lição importante – Lembra-te sempre daqueles que servem
Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho. "Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada. O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as."Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão. O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele. A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos…Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho. "Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada. O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as."Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão. O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele. A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Encima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos…Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.
4 – Quarta lição importante – O obstáculo no nosso caminho
Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho.
Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho. Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais ás costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.
O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho. O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação.
5 – Quinta lição importante – Dar quando conta
Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e peguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer "sim, eu faço-o se isso a salvar."À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu sorriso a desaparecer.Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?". Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangué à irmã para a poder salvar.
sábado, 11 de abril de 2009
Cidade Maravilhosa
Hoje, sábado de Páscoa, estou sem palavras, sem saber o que dizer, por isso e como estou a trabalhar (e ninguém devia de ser obrigado a trabalhar a um sábado) deixo-vos com uma imagem de onde eu gostaria de estar agora!!! Chinelo no dedo, chopinho, a apanhar um solzinho, banhinho de mar... Sonhar não é pecado, lol
Esta cidade maravilhosa apesar de tudo o que ja disseram continua a ser para mim, uma cidade de sonho... Me aguarde...
terça-feira, 7 de abril de 2009
Como Despachar Um Homem Sem Conversa

Sábado, depois de uma tarde fútil de compras, resolvi sentar-me serenamente, numa esplanada nas Antas, na companhia dos meus melhores amigos: óculos de sol e café.
E assisti a uma cena ridiculamente deliciosa.
Virando o meu olhar para a porta do café, reparei que, numa outra mesa ao ar livre, num rapaz, talvez vinte e muitos anos, olhos negros e ansiosos, que olhava fixamente e insistentemente na minha direcção. Evitei dirigir-me novamente para ele: o rapaz parecia mesmo perturbado. Sendo servida pelo empregado, voltei a espreitar: estava de telemóvel na mão, olhando segundo para o visor, segundo para a minha direcção. Mas afinal que raio se estava a passar? Absolutamente nada, afinal eu estava numa mesa mais próxima à saída da esplanada. Pois claro! " Ele está à espera de gaja, típico."
E ela lá apareceu, ao telemóvel, carregadinha de maquilhagem, fazendo-mo lembrar uma daquelas namoradas dos futebolistas que aparecem nas revistas a dizer “Confirmo, estamos separados.” Ou “ Vou abrir o meu negócio.” ( já repararam que elas todas têm um negócio? Muito bom).
Gosto muito de inventar estórias observando anónimos. Farto-me de rir sozinha. Imaginei logo: “ Ora bem: engate da noite passada, sexta à noite, copos e embriaguez… Hum… Ressaca e arrependimento.” Que coisa horrível, queridas divas, assumo a minha costela de voyeur! " Que se lixe, com os meus óculos de sol XL o meu semblante passa despercebido."
A rapariga-com-ar-de-namorada-de-futebolista sentou-se na mesa do lunático, extasiado com a visão da deusa exposta à sua frente, areia demais para o camião dele, ainda conversando no telefone. E aí aconteceu a quebra: ao tentar beijá-la na boca, ela esquivou-se, ignorando-o. Coitado. Não sei que vos diga, mas ela imediatamente ofereceu-lhe uma resposta quase como uma estalada. E assim continuou.
Mas o cromo não deixava de tentar, patético, até que eu desviei o olhar, curiosidade mexeriqueira. Então, ouviu-se em todas as mesas:
- Não acreditas em eu só penso em ti?
Ela levantou-se e abandonou a cena. Como no teatro; e toda a gente a assistir.
Nada. Assim foi. Toda coquette, voltou talvez para o futebolista que, em vez de conversar, prefere, como poderei dizer?... Namorar.
O género masculino, o Marte, ainda não percebeu que quem força uma mulher é como que acordar uma Amazonas dentro dela. Cómico, não é? Mas verdadeiramente qualquer uma de nós é mais bonita sendo livre do que assumindo flirt´s com rapazes idiotas, quase que doidos, que culpa temos? Somos assim!
Ele acabou por ir embora sozinho.
E eu paguei o café.
Sai da minha aba, sai para lá
Sem essa de não puder me ver
Sai da minha aba, sai para lá
Não aturo mais você
E assisti a uma cena ridiculamente deliciosa.
Virando o meu olhar para a porta do café, reparei que, numa outra mesa ao ar livre, num rapaz, talvez vinte e muitos anos, olhos negros e ansiosos, que olhava fixamente e insistentemente na minha direcção. Evitei dirigir-me novamente para ele: o rapaz parecia mesmo perturbado. Sendo servida pelo empregado, voltei a espreitar: estava de telemóvel na mão, olhando segundo para o visor, segundo para a minha direcção. Mas afinal que raio se estava a passar? Absolutamente nada, afinal eu estava numa mesa mais próxima à saída da esplanada. Pois claro! " Ele está à espera de gaja, típico."
E ela lá apareceu, ao telemóvel, carregadinha de maquilhagem, fazendo-mo lembrar uma daquelas namoradas dos futebolistas que aparecem nas revistas a dizer “Confirmo, estamos separados.” Ou “ Vou abrir o meu negócio.” ( já repararam que elas todas têm um negócio? Muito bom).
Gosto muito de inventar estórias observando anónimos. Farto-me de rir sozinha. Imaginei logo: “ Ora bem: engate da noite passada, sexta à noite, copos e embriaguez… Hum… Ressaca e arrependimento.” Que coisa horrível, queridas divas, assumo a minha costela de voyeur! " Que se lixe, com os meus óculos de sol XL o meu semblante passa despercebido."
A rapariga-com-ar-de-namorada-de-futebolista sentou-se na mesa do lunático, extasiado com a visão da deusa exposta à sua frente, areia demais para o camião dele, ainda conversando no telefone. E aí aconteceu a quebra: ao tentar beijá-la na boca, ela esquivou-se, ignorando-o. Coitado. Não sei que vos diga, mas ela imediatamente ofereceu-lhe uma resposta quase como uma estalada. E assim continuou.
Mas o cromo não deixava de tentar, patético, até que eu desviei o olhar, curiosidade mexeriqueira. Então, ouviu-se em todas as mesas:
- Não acreditas em eu só penso em ti?
Ela levantou-se e abandonou a cena. Como no teatro; e toda a gente a assistir.
Nada. Assim foi. Toda coquette, voltou talvez para o futebolista que, em vez de conversar, prefere, como poderei dizer?... Namorar.
O género masculino, o Marte, ainda não percebeu que quem força uma mulher é como que acordar uma Amazonas dentro dela. Cómico, não é? Mas verdadeiramente qualquer uma de nós é mais bonita sendo livre do que assumindo flirt´s com rapazes idiotas, quase que doidos, que culpa temos? Somos assim!
Ele acabou por ir embora sozinho.
E eu paguei o café.
Sai da minha aba, sai para lá
Sem essa de não puder me ver
Sai da minha aba, sai para lá
Não aturo mais você
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